terça-feira, 23 de outubro de 2007

Mônica morreu.

Mônica Dias morreu. Uma morte tão estúpida para uma mulher especial!Todos os pensamentos entram em conflito. Não há o que falar, só sentir. Dói. Dói em todos que a conheceram. Dói até em quem não a conheceu. Suas inquietudes acabaram. As inquietudes sobre as quais intercabiávamos enquanto caminhávamos em direção a nossos carros no Pátio da Fundação. A lua continua o seu caminho pelo espaço.O vento continua a soprar. Minha mente continua inquieta mas Mônica já tem todas as respostas. Fim.

Um comentário:

.Airton Soares disse...

a)De casa nova. Parabéns. Os blogs do Recanto parece-me que não têm a audiência dos demais. O forte do site é a escrivaninha.

b)Amiga Merô. Atualizei o linque de Grãos de Areia no L & L.

c)Tirante a parte sentimento, gosto muito da construção das frases curtas, principamente quando há presença figurações, que é o caso desta. "Dói. Dói em todos que a conheceram. Dói até em quem não a conheceu. Suas inquietudes acabaram."

A frase modulada quando se quer "aprofundar" ou manifestar uma dor é muito eficaz e se essa dor é focada em vivência, aí que o efeito é maior. Beijão!